Casa Sabiá
Família visitando a Casa Sabiá

O que as famílias dizem
depois de um tempo na Casa

Relatos escritos por filhos, netos e parceiros de moradores — sobre o programa diurno, as estadias e a moradia permanente.

← Início

8+

anos de funcionamento

140+

famílias atendidas

4,7

média de satisfação (escala de 5)

7

dias por semana com portas abertas

Relatos de famílias

Nomes usados com autorização. Datas referentes ao período de contato.

CM

Claudia Menezes

Brasília — filha de moradora permanente

"Minha mãe ficou resistente no começo, como eu esperava. Depois de três meses, ela me disse que o café da tarde com o grupo virou o melhor horário do dia para ela. Continuo visitando toda semana e sempre encontro a equipe que conheço."

junho de 2025

RF

Ricardo Fonseca

Goiânia — filho de morador do programa diurno

"Meu pai ficou viúvo no ano passado e a gente buscava algo que quebresse o isolamento sem tirá-lo de casa. O programa diurno resolveu isso. Ele vai de segunda a sexta, almoça lá, tem com quem conversar. O recado semanal que a equipe manda também ajuda muito — fica fácil saber como está o humor dele."

maio de 2025

LB

Laura Barbosa

Brasília — neta de moradora permanente

"Visito minha avó pelo menos duas vezes por semana. Nunca precisei avisar antes — chego e ela está no jardim ou na sala de leitura. A equipe conhece o nome de todo mundo da família."

julho de 2025

PA

Paulo Azevedo

São Paulo — filho de morador que fez estadia temporária

"Precisávamos de 20 dias enquanto reformávamos o apartamento do meu pai. O processo foi simples: enviei o formulário, combinamos a data por telefone e quando cheguei para deixá-lo, já tinha uma lista com os horários de preferência dele escrita em papel na mesa do quarto. Isso me surpreendeu."

junho de 2025

TC

Teresa Cavalcanti

Lago Sul, Brasília — filha de moradora permanente

"A carta mensal parece pequena mas faz diferença. Saber que alguém da equipe se sentou para escrever sobre como foi o mês da minha mãe — que ela gostou do passeio de julho, que preferiu não ir ao grupo de jardim na chuva — isso é o tipo de informação que telefone nenhum substitui."

julho de 2025

MR

Marcos Rodrigues

Asa Sul, Brasília — parceiro de morador permanente

"Visitei pelo menos quatro lugares antes de conhecer a Casa Sabiá. O que me convenceu não foi nenhum argumento — foi entrar e ver a cozinha aberta, sentir cheiro de almoço sendo preparado e perceber que o ambiente parecia uma casa de verdade. Ele está lá há nove meses e está bem."

junho de 2025

Três situações, três caminhos

Relatos mais detalhados sobre como cada programa funcionou na prática.

O isolamento depois da viuvez

A situação

Idoso de 79 anos, morador do Lago Norte, que ficou viúvo após 47 anos de casamento. Família identificou isolamento crescente nos primeiros meses. Morava sozinho e recusava ajuda doméstica.

O que aconteceu

Entrou no Programa Diurno em março de 2025. Nas primeiras duas semanas, ficou mais nas bordas do grupo. No terceiro mês, passou a conduzir a mesa de cartas às terças-feiras.

Depois de quatro meses

A família reporta que ele retomou leituras que havia abandonado, está comendo melhor e verbaliza que "tem o que fazer amanhã". Continua no Programa Diurno.

"Não esperávamos que fosse tão rápido. Dois meses depois, ele já estava contando para os vizinhos sobre o livro da semana." — família

A reforma que complicou a rotina

A situação

Senhora de 83 anos que precisava deixar o apartamento por vinte e três dias por causa de uma reforma estrutural. Família em São Paulo, sem possibilidade de hospedá-la durante o período.

O que aconteceu

Estadia de vinte noites com três dias adicionais por pedido da própria moradora. Trouxe seus próprios lençóis e duas caixas de livros. Participou das atividades da semana e fez amizade com outra moradora.

Ao final

Voltou para o apartamento reformado, mas manteve contato com a Casa. Três meses depois, a família conversou sobre a possibilidade de moradia permanente. Processo ainda em avaliação.

"O relatório que recebemos ao final foi útil — tinha detalhes sobre o que ela comeu, como dormiu, o que pediu. Ajudou nas conversas com o médico dela." — filha

A decisão pela moradia permanente

A situação

Família de Brasília com mãe de 86 anos que morava com a filha mais nova. A situação funcionou por anos, mas o aumento da necessidade de companhia noturna tornou a rotina exaustiva para toda a família.

O que aconteceu

A família visitou a Casa três vezes antes de qualquer decisão. A moradora visitou uma vez sozinha, para "sentir como é". Entrou para a moradia permanente em abril de 2025, trazendo a própria poltrona e três estantes de livros.

Três meses depois

A filha visita três vezes por semana. O almoço em família mensal tornou-se um programa esperado por toda a família. A moradora diz que "finalmente tem a manhã para si mesma".

"O que mais aliviou a gente não foi saber que ela estava segura — isso a gente esperava. Foi saber que ela estava satisfeita." — filha

Quer conversar com a equipe?

Telefone

+55 61 3364-7092

Endereço

SHIS QI 15, Conjunto 8, Casa 27
Lago Sul, Brasília - DF, 71635-280

Atendimento

Seg–Sex 08h30–18h00
Sáb 09h00–13h00

Sua família pode visitar antes de qualquer decisão

Ligar ou escrever não gera nenhum compromisso. A equipe responde com calma e, se quiser, agenda uma visita à casa.

Entrar em contato